{"id":2052,"date":"2020-01-23T13:31:14","date_gmt":"2020-01-23T16:31:14","guid":{"rendered":"http:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/?p=2052"},"modified":"2020-02-07T16:46:05","modified_gmt":"2020-02-07T19:46:05","slug":"assedio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/","title":{"rendered":"Ass\u00e9dio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>O silenciamento e o conformismo da sociedade frente ao problema mundial gera consequ\u00eancias para as v\u00edtimas, organiza\u00e7\u00f5es e aos cofres p\u00fablicos!<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"http:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57-1024x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2097\" srcset=\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57-300x300.jpeg 300w, https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57-150x150.jpeg 150w, https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57-768x768.jpeg 768w, https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57-200x200.jpeg 200w, https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>H\u00e1 muitas formas de manifesta\u00e7\u00e3o de ass\u00e9dio, desde o ass\u00e9dio escolar, conhecido como bullying, que leva a viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica em atos de humilha\u00e7\u00e3o ou discrimina\u00e7\u00e3o, at\u00e9 o ass\u00e9dio midi\u00e1tico, que se caracteriza pela intromiss\u00e3o il\u00edcita na intimidade de uma personalidade, por parte da imprensa. H\u00e1 tamb\u00e9m o chamado grooming, o dom\u00ednio emocional, estabelecido por um adulto na rela\u00e7\u00e3o com uma crian\u00e7a, com intens\u00e3o de abuso sexual. Na esfera cibern\u00e9tica h\u00e1 os chamados stalking, que consiste em uma persegui\u00e7\u00e3o, decorrente de uma obsess\u00e3o que invade a intimidade da v\u00edtima, incluindo contato insistente pelo telefone e internet, s\u00f3 para citar alguns exemplos, a lista \u00e9 muito extensa e atinge quase todos os nichos da sociedade. No campo do trabalho, por exemplo, h\u00e1 o ass\u00e9dio moral que pode vir acompanhado, dependendo do caso, de outro tipo de ass\u00e9dio, o ass\u00e9dio sexual. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O ass\u00e9dio moral e sexual no ambiente de trabalho <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><br> Segundo o Minist\u00e9rio P\u00fablico o<a href=\"http:\/\/www.ilo.org\/brasilia\/publicacoes\/WCMS_559572\/lang--pt\/index.htm\"> ass\u00e9dio moral no trabalho<\/a> consiste na exposi\u00e7\u00e3o prolongada e repetitiva dos trabalhadores a situa\u00e7\u00f5es humilhantes e vexat\u00f3rias, j\u00e1 o ass\u00e9dio sexual, \u00e9 caracterizado crime, segundo o Art. 216-A e consiste em constranger algu\u00e9m com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condi\u00e7\u00e3o de superior hier\u00e1rquico ou ascend\u00eancia inerentes ao exerc\u00edcio. Para a comiss\u00e3o de igualdade no trabalho e no emprego (CITE), mesmo que n\u00e3o assumido ou denunciado, o ass\u00e9dio, sexual ou moral, contamina o ambiente de trabalho e pode ter um efeito devastador, quer sobre as v\u00edtimas, quer sobre as pr\u00f3prias entidades empregadoras, p\u00fablicas ou privadas, com reflexos de natureza financeira sobre o servi\u00e7o nacional de sa\u00fade e sistema de seguran\u00e7a social. J\u00e1 que para as entidades empregadoras h\u00e1 um aumento do absentismo, da redu\u00e7\u00e3o abrupta de produtividade e de maiores taxas de rotatividade de pessoal, com consequ\u00eancias de perdas financeiras, al\u00e9m disso, para o sistema de seguran\u00e7a social significa o aumento de \u201cbaixas\u201d psiqui\u00e1tricas, pagas pelo or\u00e7amento da seguran\u00e7a social.<br> Em alguns casos, as pessoas deixam de ser capazes de se comportar normalmente, quer no trabalho, quer na sua vida quotidiana. O ass\u00e9dio pode provocar estresse p\u00f3s-traum\u00e1tico, perda de autoestima, ansiedade, depress\u00e3o, apatia, irritabilidade, perturba\u00e7\u00f5es da mem\u00f3ria, perturba\u00e7\u00f5es do sono e problemas digestivos, podendo at\u00e9 conduzir ao suic\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>As mulheres s\u00e3o as principais v\u00edtimas do ass\u00e9dio <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><br> Segundo pesquisa da Datafolha, do ano de 2017, uma parcela de 42% das brasileiras com 16 anos ou mais declararam j\u00e1 terem sido v\u00edtimas de ass\u00e9dio sexual. De forma geral, \u00e9 mais comum o relato de ass\u00e9dio entre as mais escolarizadas (57%) e de renda mais alta (58% na faixa com renda mensal familiar acima de 10 sal\u00e1rios) do que entre aquelas que estudaram at\u00e9 o ensino fundamental (26%). Al\u00e9m disso, Dados da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT) indicam que 52% das mulheres economicamente ativas j\u00e1 foram assediadas sexualmente.<\/p>\n\n\n\n<p><br> Outra pesquisa da ActionAid \u2013 organiza\u00e7\u00e3o internacional de combate \u00e0 pobreza, realizada em 2019, trouxe resultados estarrecedores comparado a outros pa\u00edses, segundo o levantamento elas sofrem com o ass\u00e9dio desde a adolesc\u00eancia. Por meio de entrevistas com meninos e meninas de 14 a 21 anos de quatro pa\u00edses pesquisados: Brasil, Qu\u00eania, \u00cdndia e Reino Unido, contatou-se que 53% das brasileiras dessa faixa et\u00e1ria disseram se preocupar com ass\u00e9dio \u2018todos os dias\u2019. O resultado \u00e9 mais que o dobro do que a mesma pesquisa aferiu no Qu\u00eania (24%) e cerca de tr\u00eas vezes maior que na \u00cdndia (16%) e no Reino Unido (14%). No Brasil, quase 9 em cada 10 jovens testemunharam algum tipo de ofensa contra meninas nos \u00faltimos seis meses. Essa exposi\u00e7\u00e3o ocorreu principalmente com a fam\u00edlia (39%) e amigos (34%). Questionados onde viram, o grupo brasileiro listou redes sociais (55%), filmes ou programas de TV (43%), letras de m\u00fasicas (34%), e famosos (23%). A pesquisa caracterizou ass\u00e9dio como \u201ccoment\u00e1rios indesejadas ou impertinentes ou aproxima\u00e7\u00e3o f\u00edsica\u201d. A lista inclui cantadas, assobios, beijos \u00e0 for\u00e7a, apalpadas, porn\u00f4 de vingan\u00e7a e coment\u00e1rios depreciativos feitos em p\u00fablico ou nas redes sociais. <br> <\/p>\n\n\n\n<p>As mulheres tamb\u00e9m est\u00e3o mais sujeitas ao ass\u00e9dio em todas as carreiras, isso se deve principalmente pela cultura patriarcal ao qual elas est\u00e3o inseridas, que traz como consequ\u00eancias a objetifica\u00e7\u00e3o do corpo feminino, que tem origens nas desigualdades de g\u00eanero, constru\u00eddas ao longo da nossa hist\u00f3ria como sociedade. A historiadora americana John Scott \u00e9 uma das principais autoras a tratar da tem\u00e1tica de como o g\u00eanero da pessoa pode interferir na vida do indiv\u00edduo, j\u00e1 que, para ela, h\u00e1 uma divis\u00e3o sexual dos pap\u00e9is sociais, ou seja, embora homens em mulheres tenham corpos biologicamente distintos, nascemos e somos moldados pela sociedade, alguns pap\u00e9is j\u00e1 s\u00e3o impostos a meninos e meninas. No caso, menina delicada, gosta de rosinha e bonecas, para assim ser moldada a seu papel de gestora do lar, j\u00e1 os meninos ganham roupinhas azuis e carrinhos, avi\u00f5es, foguetes para desbravar o espa\u00e7o. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O ass\u00e9dio no Jornalismo \u00e9 tema de discuss\u00e3o acad\u00eamica <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A jornalista e mestranda Janaina Moro, do programa PPGCOM, da USCS, Universidade Municipal de S\u00e3o Caetano do Sul defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o sobre a tem\u00e1tica: \u201cO impacto do ass\u00e9dio sexual e da discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero na trajet\u00f3ria profissional de mulheres jornalistas\u201d. A pesquisa, de abordagem qualitativa, ouviu relatos de sete jornalistas do estado de S\u00e3o Paulo, que sofreram ass\u00e9dio, com o objetivo de investigar a percep\u00e7\u00e3o dessas profissionais sobre o problema, al\u00e9m da discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero vivenciadas em sua trajet\u00f3ria profissional. A pesquisa realizada em 2020 contou com orienta\u00e7\u00e3o da Dra. Rebeca Guedes Nunes de Oliveira, professora interina do programa de mestrado profissional da USCS e especialista em estudos de g\u00eanero e procurava entender de que forma estrat\u00e9gias de enfrentamento eram identificadas e mobilizadas por mulheres jornalistas nas ocasi\u00f5es de viv\u00eancia do ass\u00e9dio sexual no trabalho. <br> <\/p>\n\n\n\n<p>O resultado trouxe que as jornalistas naturalizavam o ass\u00e9dio, al\u00e9m disso, as empresas, em unanimidade, n\u00e3o ofereciam canais pr\u00f3prios para as den\u00fancias de ass\u00e9dio, portanto, os casos de ass\u00e9dio ficavam nas sutilezas do dia a dia. A maioria das v\u00edtimas assediadas utilizaram como forma de enfrentamento apenas revelar o ocorrido para um colega pr\u00f3ximo. <br> Foi unanimidade entre as jornalistas o desejo da exist\u00eancia de um departamento pr\u00f3prio para tratar deste problema. Segundo o estudo, entre os impactos sofridos pelas entrevistadas estavam o sentimento de impot\u00eancia, o ter de silenciar-se frente, a situa\u00e7\u00f5es humilhantes, a fim de prezar pela manuten\u00e7\u00e3o do emprego. <br> Al\u00e9m disso, a pesquisa trouxe que o ass\u00e9dio pode vir de pessoas n\u00e3o vinculadas diretamente ao ve\u00edculo, como leitores, fontes jornal\u00edsticas, patrocinadores dos ve\u00edculos, conforme ocorrido com as entrevistadas da pesquisa. Al\u00e9m do ass\u00e9dio elas sofriam com discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero, quando relatavam, por exemplo, desvantagem na profiss\u00e3o por ser mulher e n\u00e3o conseguir empregos em \u00e1reas nichadas e ditas masculinas, como a esportiva.<br> \u201cEscolhi essa tem\u00e1tica quando observei a milit\u00e2ncia evidenciada, principalmente no ano de 2018, atrav\u00e9s das muitas trending topics das redes sociais, sobre as hashtags: #jornalistascontraoassedio #ChegaDeAss\u00e9dio, #Chegadefiufiu #Primeiroassedio, &#8220;Deixa Ela Trabalhar\u201d, #jornalistascontraoassedio. E, ao perceber que embora a discuss\u00e3o ganhasse a esfera digital, no \u00e2mbito do dia a dia, o ass\u00e9dio continuava silenciosamente, conforme conhecimento de colegas que passavam por isso, mas n\u00e3o vislumbravam formas de super\u00e1-lo\u201d, explica a pesquisadora e jornalista Janaina Moro.<br> Al\u00e9m desse estudo, outro realizado em 2018 pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Jornalismo Investigativo,  Abraji,  revelou que 70,4% das jornalistas respondentes disseram j\u00e1 terem sido alvo de abordagens de homens durante o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o que as deixaram desconfort\u00e1veis, al\u00e9m de distribui\u00e7\u00e3o de pautas com base em estere\u00f3tipos de g\u00eanero, at\u00e9 o ass\u00e9dio sexual perpetrado por colegas e superiores.<br> \u201cPrecisamos de mais pesquisas nessa \u00e1rea envolvendo o combate e o descortinamento de um problema t\u00e3o s\u00e9rio que \u00e9 naturalizado e impacta em quest\u00f5es de igualdade de direitos ao exerc\u00edcio pleno das atividades laborais\u201d, finaliza a autora do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa, com base nos relatos das jornalistas acerca da viv\u00eancia do ass\u00e9dio, prop\u00f4s orienta\u00e7\u00f5es para o enfrentamento da problem\u00e1tica no \u00e2mbito das organiza\u00e7\u00f5es no jornalismo e que se ampliam para a forma\u00e7\u00e3o e a sociedade:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Partir do pressuposto de que vivemos em uma sociedade fundada nas desigualdades e que as mulheres vivenciam no trabalho e nas demais esferas com as quais se relacionam socialmente, vulnerabilidades de uma estrutura social  androc\u00eantrica;<\/li><li>Considerar a intersecionalidade, especialmente o recorte racial na an\u00e1lise dessas desigualdades;<\/li><li>Desenvolver comiss\u00f5es ou divis\u00f5es organizacionais voltadas para a abordagem do problema, para a qual devem ser reportados os casos de ass\u00e9dio sexual, garantindo a participa\u00e7\u00e3o ativa das mulheres em todas as fases e inst\u00e2ncias;<\/li><li>Dispor de espa\u00e7os de escuta com sigilo e privacidade e gerenciados por mulheres, que possibilitem que as mulheres relatem o problema de maneira segura e acolhedora;<\/li><li>Desenvolver produtos comunicacionais, nos diversos formatos de m\u00eddia,  que sejam disponibilizadas na ambi\u00eancia f\u00edsica e digital organizacional no sentido de dar visibilidade ao comprometimento das organiza\u00e7\u00f5es e combater o ass\u00e9dio sexual, seja entre funcion\u00e1rios, seja por parte de fontes; <\/li><li>Dar visibilidade, a partir de diversas m\u00eddias comunicacionais, \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ass\u00e9dio sexual, tanto no trabalho, quando na legisla\u00e7\u00e3o civil, manifestando o comprometimento da empresa em fazer cumprir as legisla\u00e7\u00f5es vigentes;<\/li><li>Oferecer canais de comunica\u00e7\u00e3o que permitam a den\u00fancia sigilosa do problema, seja pela v\u00edtima, seja por terceiros, a exemplo de um disque den\u00fancia organizacional;<\/li><li>Promover e incentivar a qualifica\u00e7\u00e3o profissional dos funcion\u00e1rios dos Recursos Humanos para que estejam aptos a gerenciar planos de a\u00e7\u00e3o e programas institucionais de preven\u00e7\u00e3o e enfrentamento do ass\u00e9dio sexual;<\/li><li>Desenvolver estrat\u00e9gias de educa\u00e7\u00e3o continuada para trabalhadores e trabalhadoras, pautadas na equidade de g\u00eanero para a preven\u00e7\u00e3o e o enfrentamento da viol\u00eancia de g\u00eanero;<\/li><li>Mapear a rede local de aten\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia e disponibilizar informa\u00e7\u00f5es internas sobre os equipamentos sociais dispon\u00edveis para atender as mulheres em rela\u00e7\u00e3o a demandas decorrentes da viv\u00eancia do ass\u00e9dio sexual ou outros tipos de viol\u00eancia de g\u00eanero, buscando desenvolver a\u00e7\u00e7\u00f5es institucionais integradas em redes de apoio;<\/li><li>Implementar campanhas peri\u00f3dicas internas e externas, assumindo enquanto organiza\u00e7\u00e3o, o comprometimento com o enfrentamento do problema;<\/li><li>Promover pol\u00edticas internas afirmativas, com base na perspectiva de g\u00eanero, que permitam \u00e0s mulheres uma inser\u00e7\u00e3o mais equitativa nos cargos de lideran\u00e7a;<\/li><li>Desenvolver estrat\u00e9gias disruptivas na pr\u00e1tica jornalistas que demonstrem a capacidade das mulheres de exercerem qualquer cargo ou assumirem qualquer cobertura, independentemente de seu g\u00eanero;<\/li><li>Reverificar os conte\u00fados e m\u00e9todos de qualifica\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, introduzindo, desde a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica no jornalismo, conte\u00fados   relacionados \u00e0 hist\u00f3ria das mulheres no jornalismo e \u00e0s pr\u00e1ticas jornal\u00edsticas a partir no sentido de desnaturalizar concep\u00e7\u00f5es acerca do lugar das mulheres no jornalismo e na sociedade;<\/li><li>Desenvolver estrat\u00e9gias educacionais emancipat\u00f3rias a partir de metodologias ativas que possibilitem a problematiza\u00e7\u00e3o dessa realidade junto \u00e0s academias e acad\u00eamicos das gradua\u00e7\u00f5es em jornalismo e nas demais modalidades de forma\u00e7\u00e3o que comp\u00f5em a \u00e1rea da comunica\u00e7\u00e3o;<\/li><li>Incentivar o desenvolvimento de pesquisas e eventos no campo da comunica\u00e7\u00e3o, que descortinem o lugar social das mulheres trabalhadoras, assim como as discrimina\u00e7\u00f5es e o ass\u00e9dio no sentido de dar visibilidade e fundamentar possibilidades de enfrentamento;<\/li><li>Promover o interc\u00e2mbio organizacional e a divulga\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias exitosas de enfrentamento do ass\u00e9dio sexual que possam servir de base para replica\u00e7\u00e3o em outros cen\u00e1rios.<\/li><li>Promover espa\u00e7o coletivos de reflex\u00e3o entre os funcion\u00e1rios, para que todas e todos reconhe\u00e7am-se enquanto sujeitos correspons\u00e1veis para a constru\u00e7\u00e3o de um jornalismo mais justo, igualit\u00e1rio e desvinculado de estere\u00f3tipos de g\u00eanero que engendram a viol\u00eancia e a discrimina\u00e7\u00e3o;<\/li><\/ol>\n<!--CusAds0-->\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O silenciamento e o conformismo da sociedade frente ao problema mundial gera consequ\u00eancias para as v\u00edtimas, organiza\u00e7\u00f5es e aos cofres p\u00fablicos! H\u00e1 muitas formas de manifesta\u00e7\u00e3o de ass\u00e9dio, desde o ass\u00e9dio escolar, conhecido como bullying, que leva a viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica em atos de humilha\u00e7\u00e3o ou discrimina\u00e7\u00e3o, at\u00e9 o ass\u00e9dio midi\u00e1tico, que se caracteriza [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":2095,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1,53],"tags":[636,639,640,638,254,637,642,643,641],"class_list":{"0":"post-2052","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-materias","8":"category-revista-mais-charme","9":"tag-assedio","10":"tag-assediomoral","11":"tag-assedionoambientedetrabalho","12":"tag-assediosexual","13":"tag-mulher","14":"tag-mulheres","15":"tag-mundocorporativo","16":"tag-profissional","17":"tag-trabalho"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Ass\u00e9dio | Mais Charme<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Ass\u00e9dio | Mais Charme\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O silenciamento e o conformismo da sociedade frente ao problema mundial gera consequ\u00eancias para as v\u00edtimas, organiza\u00e7\u00f5es e aos cofres p\u00fablicos! H\u00e1 muitas formas de manifesta\u00e7\u00e3o de ass\u00e9dio, desde o ass\u00e9dio escolar, conhecido como bullying, que leva a viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica em atos de humilha\u00e7\u00e3o ou discrimina\u00e7\u00e3o, at\u00e9 o ass\u00e9dio midi\u00e1tico, que se caracteriza [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Mais Charme\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/revistamaischarme\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2020-01-23T16:31:14+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-02-07T19:46:05+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1080\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1080\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Janaina Moro\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@maischarmebr\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@maischarmebr\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Janaina Moro\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/\"},\"author\":{\"name\":\"Janaina Moro\",\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#\/schema\/person\/e44ae283242de6b6499f8727235a40c3\"},\"headline\":\"Ass\u00e9dio\",\"datePublished\":\"2020-01-23T16:31:14+00:00\",\"dateModified\":\"2020-02-07T19:46:05+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/\"},\"wordCount\":2134,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg\",\"keywords\":[\"ass\u00e9dio\",\"assediomoral\",\"assedionoambientedetrabalho\",\"assediosexual\",\"Mulher\",\"mulheres\",\"mundocorporativo\",\"profissional\",\"trabalho\"],\"articleSection\":[\"Mat\u00e9rias\",\"Revista mais charme\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/\",\"url\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/\",\"name\":\"Ass\u00e9dio | Mais Charme\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg\",\"datePublished\":\"2020-01-23T16:31:14+00:00\",\"dateModified\":\"2020-02-07T19:46:05+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#\/schema\/person\/e44ae283242de6b6499f8727235a40c3\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg\",\"width\":1080,\"height\":1080},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"http:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Ass\u00e9dio\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#website\",\"url\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/\",\"name\":\"Mais Charme\",\"description\":\"Entertainmeint From Brazil\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#\/schema\/person\/e44ae283242de6b6499f8727235a40c3\",\"name\":\"Janaina Moro\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/052206a93476f0c05c678efe2d8ede90d686ef8faa76aabc9a325b97fab910fc?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/052206a93476f0c05c678efe2d8ede90d686ef8faa76aabc9a325b97fab910fc?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/052206a93476f0c05c678efe2d8ede90d686ef8faa76aabc9a325b97fab910fc?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Janaina Moro\"},\"url\":\"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/author\/janaina\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Ass\u00e9dio | Mais Charme","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Ass\u00e9dio | Mais Charme","og_description":"O silenciamento e o conformismo da sociedade frente ao problema mundial gera consequ\u00eancias para as v\u00edtimas, organiza\u00e7\u00f5es e aos cofres p\u00fablicos! H\u00e1 muitas formas de manifesta\u00e7\u00e3o de ass\u00e9dio, desde o ass\u00e9dio escolar, conhecido como bullying, que leva a viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica em atos de humilha\u00e7\u00e3o ou discrimina\u00e7\u00e3o, at\u00e9 o ass\u00e9dio midi\u00e1tico, que se caracteriza [&hellip;]","og_url":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/","og_site_name":"Mais Charme","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/revistamaischarme\/","article_published_time":"2020-01-23T16:31:14+00:00","article_modified_time":"2020-02-07T19:46:05+00:00","og_image":[{"width":1080,"height":1080,"url":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Janaina Moro","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@maischarmebr","twitter_site":"@maischarmebr","twitter_misc":{"Escrito por":"Janaina Moro","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/"},"author":{"name":"Janaina Moro","@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#\/schema\/person\/e44ae283242de6b6499f8727235a40c3"},"headline":"Ass\u00e9dio","datePublished":"2020-01-23T16:31:14+00:00","dateModified":"2020-02-07T19:46:05+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/"},"wordCount":2134,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg","keywords":["ass\u00e9dio","assediomoral","assedionoambientedetrabalho","assediosexual","Mulher","mulheres","mundocorporativo","profissional","trabalho"],"articleSection":["Mat\u00e9rias","Revista mais charme"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/","url":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/","name":"Ass\u00e9dio | Mais Charme","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg","datePublished":"2020-01-23T16:31:14+00:00","dateModified":"2020-02-07T19:46:05+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#\/schema\/person\/e44ae283242de6b6499f8727235a40c3"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg","contentUrl":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/WhatsApp-Image-2020-02-04-at-11.39.57.jpeg","width":1080,"height":1080},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/assedio\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"http:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Ass\u00e9dio"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#website","url":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/","name":"Mais Charme","description":"Entertainmeint From Brazil","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/#\/schema\/person\/e44ae283242de6b6499f8727235a40c3","name":"Janaina Moro","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/052206a93476f0c05c678efe2d8ede90d686ef8faa76aabc9a325b97fab910fc?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/052206a93476f0c05c678efe2d8ede90d686ef8faa76aabc9a325b97fab910fc?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/052206a93476f0c05c678efe2d8ede90d686ef8faa76aabc9a325b97fab910fc?s=96&d=mm&r=g","caption":"Janaina Moro"},"url":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/author\/janaina\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2052","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2052"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2052\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2106,"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2052\/revisions\/2106"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2095"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2052"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2052"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistamaischarme.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2052"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}